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NÃO É ISSO QUE VOCÊ ESTÁ PENSANDO… por Alex Nox Harry esta tendo dúvidas sobre seu relacionamento com Ginny. O que será que acontecerá quando um certo loiro cruzar seu caminho? Ship: Harry Potter e Draco Malfoy | Classificação: Slash | Gênero: ShortFic/Drama | Spoilers: 6 | Capítulos: 1 | Status: Completa | Idioma: Português | Observação: Em Hogwarts | Publicada em: 11/06/2006 | Atualizada em: 11/06/2006 Disclaimer: Alguns personagens, lugares e citações pertencem a J.K. Rowling, Scholastic Books, Bloomsbury Publishing, Editora Rocco ou Warner Bros. Entertainment. Essa estória não possui fins lucrativos. N/A: Esta shorfic veio de uma história interessante. Estava eu ajudando o Oliver a montar uma fic para um Challenge envolvendo um triângulo amoroso, e tive esta idéia. Ele rejeitou a idéia talvez por estar um tanto cheio demais de fics slash, já que está trabalhando num projeto solo que ainda não vou divulgar, betando o Dangerous Liasons, prestes a betar o 2 e ainda vai escrever o 3. Peguei algumas das idéias sugeridas no Challenge para fazer esta shortfic, e decidi não concorrer para dar a chance do Oliver concorrer haha. Modéstia completamente a parte. Bom, palavras dele que ele não ganharia se eu entrasse. Deixando todo o convencimento de lado, vamos à porcaria da história duma vez. — Ron, preciso avisar-lhe de uma coisa antes. — Antes do quê? — Antes da festa de Slughorn de hoje. — Para a qual eu não fui convidado. — Tente puxar o saco dele. — De qualquer modo, o que vai acontecer hoje na festa de Sluggy que eu precise saber? — Em primeiro lugar, você precisa saber o que tem ocorrido a um certo tempo. — E o que seria isso? — Eu estou ficando com a sua irmã. Ronald Weasley levantou a cabeça de seu caldeIrão de poções. — Como é que é? Que irmã? — A única irmã que você tem, Ron. Ginevra Molly Weasley. — E por que diabo só estou sabendo disso agora?? — Porque decidi contar isso ao mesmo tempo que iria contar que pretendo transar com ela hoje à noite. O caldeirão de Ron borbulhou e explodiu. Sua cabeça latejava tanto que parecia ter o mesmo destino. — Isso não é algo que se diga ao seu cunhado, Harry Potter — vociferou Ron ameaçadoramente. Que diabo Harry estava tentando provar? Que era homem? Como se tivesse alguma coisa a provar, sendo um dos maiores galãs da escola! Mas claro que Ron não imprimiu suas conclusões em palavras. — Apenas achei que você deveria saber… — murmurou Harry confuso. — Pois bem, estava muito melhor sem saber de nada — disse Ron tentando magicamente remontar o caldeirão espatifado. No mesmo momento, surgiu o Prof. Slughorn, varinha em punho, determinado a evitar uma catástrofe. — Não, Weasley, deixe-me fazer isso… Ron agitou a varinha… — Ron, não faça isso… — alertou Harry. … ele abriu a boca para dizer um feitiço… — Weasley, deixe-me cuidar disso — disse Slughorn preocupado. … e seus lábios proferiram Reparo!… De sua varinha saiu um raio azul que atingiu os pedaços do caldeirão… entretanto eles começaram a borbulhar e a se juntar novamente… Liquefeitos. O líquido cinza borbulhava cada vez mais até que formou um círculo… que se abriu num enorme buraco na mesa de madeira. — Eu te disse — disse Harry como se fosse o dono da verdade. — O que deu errado? — perguntou Ron confuso. — É a sua varinha — disse Slughorn — O durex pode remendar a madeira, mas não a cauda d unicórnio. Você precisa substituí-la. Ron olhou desolado para sua varinha. Ginny roncava profundamente em sua aula de História da Magia. Não era algo excepcional, apenas seguia o exemplo do resto da classe. A chuva metralhava as janelas, enquanto, como sempre, o Prof. Binns não tomava conhecimento, continuando seu monólogo monótono sobre a revolta dos goblins — ou seria dos leprechauns? Entre um ronco e outro a ruiva recebeu um cutucão. — Eu odeio que me cutuquem… — murmurou ela calmamente. — Eu também, mas às vezes é necessário para acordar as pessoas — disse Luna Lovegood entediada. — Então, hoje é a grande noite? — Hoje é a noite que talvez eu consiga levar Harry Potter para a cama — respondeu Ginny voltando a dormir — Já lhe disse isso milhões de vezes e não estou a fim de repetir, Luna. — Você… quer que eu lhe arranje um happischord? — E para quê eu precisaria de uma coisa que não sei para quê serve? — Você precisaria para tirar um certo loiro da cabeça… Ginny bufou. Lamentava amargamente o dia em que dissera para uma de suas melhores amigas que na verdade achava Draco Malfoy gostoso. Ele poderia ser idiota e nojento, mas que podia fazer se seus hormônios afloravam com loiros de olho azul? Mas não passava disso, uma atração física. — Draco Malfoy é o último de meus problemas nesse momento — disse Ginny com convicção. Seria mesmo? Ela tinha que concordar que de cabelo mais comprido ele ficava mais sexy… Afaste essas idéias da cabeça! Harry tremia dos pés a cabeça enquanto esperava por Ginny no Salão Comunal. E se broxasse? E se ele errasse a mira? E se… Ora, vamos! Se o seu pai tivesse ficado no “e se…”, você não teria nascido! O garoto ouviu passos e se virou, para ver Ginny descer as escadas do dormitório feminino. Havia feito uma enorme trança e depois a prendido envolta de seu próprio rosto imitando uma tiara, a la Princesa Leia. Seus olhos verdes brilhavam, e mesmo assim… Harry não sabia explicar. Parecia que… faltava alguma coisa. Mesmo assim… — Você está linda — disse Harry com um sorriso amarelo. — Você não parece estar se divertindo — disse Ginny Wealsey, alguns momentos depois, com a fala abafada pela música alta e o rosto coberto de néon e luz negra. — Só estou com enxaqueca — murmurou Harry em resposta. Ele estava realmente entediado. Não sabia exatamente dizer por que… Parecia que… alguma coisa estava faltando. Ora, diabos! Já era a segunda vez que dizia isso!! Recomponha-se, homem! — Vou buscar algumas bebidas — disse Harry desleixadamente. E foi em direção ao bar. — Dois Firewhisky duplos — pediu Harry ao barman. Talvez bebida forte resolvesse o seu problema. — Só um Firewhisky para curar o dragão da Weasley, não é, Potter? — disse uma voz ardida. Draco Malfoy. Realmente não estava a fim de um debate filosófico — e incivilizado — com alguém como ele. — Vá se foder, Malfoy. Malfoy sorriu. — Vá se foder, Potter. Harry teve que tomar um enorme gole de Firewhisky para reprimir as palavras surpreendentes que quase saíram de sua boca. Ótimo! Quando e onde? Ele estava muito diferente naquele dia… Lutando desesperadamente para se controlar, ele respondeu: — Pensei que tivesse um vocabulário mais extenso, Malfoy… — Idem, Potter. Foi quando o garoto suspirou. — Acho que nenhum de nós está a fim de brigar, não é? Harry arregalou os olhos para ele, não acreditando. Draco Malfoy não estava a fim de brigar? — Malfoy, você está louco?? — Não — suspirou o outro — Apenas enteadiado. Sei lá, meio descontente. Parece que… alguma coisa está faltando. Harry engoliu em seco e tomou mais um gole. Resista, resista! — Você está com a Parkinson, não é? — A cara de bulldog? Estava querendo trepar com ela esta noite, mas não estou a fim… — Estava a fim de trepar com Ginny também, mas também não estou a fim. Malfoy ergueu os olhos e encarou Harry profundamente. — Essa conversa está muito estranha… — E está prestes a ficar mais… Merda. Goles de firewhisky não eram suficientes. As palavras pulariam de sua boca involuntariamente. — Malfoy, você não acreditaria no que eu estava prestes a dizer quando disse “Vá se foder, Malfoy” e você respondeu “Vá se foder, Potter”. Surpreendentemente, Draco sorriu. — Sou todo ouvidos… — Ótimo! Quando e onde? Malfoy também não pôde acreditar no que respondeu: — No seu dormitório! Às oito horas! Harry sorriu: — Que tal agora? Draco puxou-o e eles saíram do salão em direção à Torre Gryffindor. — Bem… estamos aqui. — É. Depois de um momento desconfortável, Draco ficou de meias — e nada mais — e se sentou na cama. Seu enorme falo estava ereto, clamando por Harry. — Duvido que você pegue no meu pau — disse o loiro. Harry se sentou ao lado de Draco e agarrou-lhe o membro duro, massageando-o e pondo a glande para fora. O loiro gemia e sorria, enquanto Harry massageava-o lentamente, apertava-o, espremia-o… — Bate uma para mim! Harry começou com movimentos para cima e para baixo, cada vez mais rápido. A glande do garoto aparecia e sumia por baixo do monte de pele já que não havia sido circuncidado. — Que está esperando? — indagou Draco — Mete a boca logo!! O moreno olhou para o enorme pênis à sua frente e literalmente meteu a boca nele. Sentiu o gosto dos ferormônios em sua boca enquanto sua língua passava pelo pedaço de pele quente, depois começou com os clássicos movimentos para cima e para baixo. Draco gemia cada vez mais. Harry passou a língua pela virilha e pelos pêlos pubianos e loiros do garoto, depois subindo para o abdômen sarado e por fim chupando os mamilos. Draco gemia cada vez mais. — Está bem, chega de preliminares — disse ele. Harry o encarou atentamente, pôs as mãos em sua nuca e beijou-o. Sua língua massageava lentamente a dele, com uma enorme troca de saliva e fluidos que enlouquecia os dois. As mãos de Draco ajudavam Harry a tirar o resto das roupas, e quando sentiu sua bunda livre, sentou sobre o falo ereto de Draco. — Espere — gemeu Harry — Não entrou. O moreno pegou no pau do outro e encaixou-o no lugar certo. Quando sentiu que entrou, começou a esfregar o seu pau duro no abdômen de Draco e começou um certo movimento para cima e para baixo. — Que diabo está acontecendo aqui?? Harry caiu para atrás e seu enorme traseiro se chocou com o chão de pedra. Draco se levantou e começou a catar suas roupas, quando o moreno se virou e viu que Ginny estava no batente da porta, chocada e surpresa. — Não é isso que você está pensando… — murmurou Harry. — Não, é o que estou VENDO!! — Ginny gaguejou, depois, sem saber o que dizer, foi embora. — Sabe, eu também deveria ir — disse Draco, envergonhado, e também saiu do quarto. — Ginny, espere! — implorou Harry, saindo do buraco do retrato. — Por que eu deveria esperar? — vociferou a garota — Vai lá atrás do seu Draquinho, não é o que você quer ao invés de mim, sua bicha?? — Ginny, me escute! — Não, não quero escutá-lo, Harry! Não mais! E Ginny foi embora. Harry tirou a varinha do bolso. Não queria aquela indecisão para si próprio. Enfiou a varinha na boca e murmurou: — Avada Kedrava! Um baque surdo e nada mais. FIM |